Adenose vaginal

Adenose vaginal pode ocorrer como uma anormalidade congênita e também com a exposição do feto ao dietilestilbestrol (DES) no útero (Prins et al., 1976). Por causa da associação de exposição ao DES com adenocarcinoma de vagina, meninas conhecidas por terem sido expostas desta maneira, têm sido controladas com esfregaços por aspiração vaginal. A presença de células colunares alerta para a necessidade de investigação adicional. Em outros casos, em algumas não expostas ao DES, o exame vaginal por outras razões tem mostrado anormalidades nos fórnices. O caso ilustrado aqui cai dentro desta categoria; ela não tinha sido exposta ao DES.

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108. Adenose vaginal: colposcopia do fórnix posterior. O fórnix posterior parece vascular e translucente. (SF 0,9% e filtro verde, X 16)

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109. Esfregaço dirigido do fórnix posterior. Este esfregaço contém células semelhantes às células colunares endocervicais não esperadas em um esfregaço dirigido do fórnix posterior. (X 250)

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110. Cicatrização de adenose vaginal: colposcopia. Seis meses mais tarde, pode ser visto que a maior parte do epitélio colunar foi substituído por metaplasia escamosa. (SF 0,9%, filtro verde, X 10)

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111. Esfregaço dirigido do fórnix posterior. O esfregaço colposcopicamente dirigido parece agora conter células metaplásicas. (X 250)

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112. Biópsia colposcópica do fórnix posterior. Este corte é de uma biópsia colposcópica feita na segunda visita. A superfície é recoberta por epitélio escamoso intacto e uma cripta residual é visto no estroma. (H&E, X 62)

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