Imortalidade sob o ponto de vista científico

Somos imortais? Somos!

 

Somos imortais até mesmo do ponto de vista biológico e bioquímico, senão vejamos:

1. tudo, TUDO MESMO, no universo é constituído de átomos e o homem não foge a esta regra. O átomo é a menor unidade da matéria, sendo estável e mudando de configuração apenas através do uso de enormes quantidades de energia, na fusão nuclear, onde dois átomos de um elemento se fundem para formar outro elemento, desprendendo uma quantidade de energia maior que a utilizada no processo, como no caso da energia solar, onde dois átomos de hidrogênio se fundem em uma reação catalisada por 6.000.000K formando um átomo de hélio, liberando uma energia cerca de seis vezes maior, sendo este o princípio da bomba de hidrogênio, cuja espoleta é uma bomba de fissão nuclear; ou no caso da fissão nuclear, na qual um átomo de um elemento instável e radioativo é bombardeado por partículas emitidas pelo núcleo de outro elemento instável e dividindo-se em dois ou mais átomos agora estáveis, desprendendo uma quantidade enorme de energia. Todos os organismos vivos ao morrerem, se desintegrão, retornando à menor partícula, o átomo que, se recombinando, formará novas moléculas,  moléculas complexa, proteínas, terminando por formar outro organismo; ou seja ao morrer, o homem voltará à natureza em seu estado fundamental, mas continuará existindo em outra forma de vida, conforme o enunciado de Lavoisier: “Na natureza nada se cria nada se perde, tudo se transforma”.

2. Somos imortais também através de nosso material genético, este transmitido de geração a geração, pois como a divisão dos cromossomos se dá de maneira semiconservativa, na qual cada fita cromossômica se separa e em cada parte se forma uma fita nova, resultando em um material genético que carrega informações de memória e de características de seus ancestrais. Diversos artigos já foram escritos defendendo essa teoria, como por exemplo o artigo Recordações de vidas passadas: uma teoria embasada na genética molecular publicado na Internet em 1998 e que vem sendo confirmada por diversos outros trabalhos de grandes universidade mundiais nos últimos anos.

3. Sob o prisma da filosofia e da história, somos imortais quando deixamos o nosso nome na história da humanidade, através de nossos pensamentos, ideias e realizações.

Na natureza tudo é reaproveitado, conforme Lavoisier. Tudo o que comemos vem de algum organismo que se transformou nas moléculas que constituíram aquele alimento. Em um artigo recente, um médico gaúcho escreveu que comer carne bovina é a maneira mais prática de ingerir vegetais. Ao ler esta afirmação, qualquer leigo pensa sê-la um absurdo desmedido, mas pensando-se racionalmente, logicamente e bioquimicamente, o escritor está coberto de razão, pois toda a composição das proteínas da carne bovina vem das fibras de celulose do capim, do milho, bem como dos sais minerais e outros compostos inorgânicos que as raízes do capim absorveram; que seus cloroplastos das células vegetais transformaram em glicose; que suas células transformaram em celulose; que o gado comeu e que se transformou nas proteínas que compuseram os músculos do animal, ingeridos por uma pessoa.

A natureza segue uma lógica justa e perfeita. É como um imenso relógio: cada peça  tem sua função e sua posição exata. Se mudar uma de lugar ou quebrá-la, todo o mecanismo deixa de funcionar e a vida acaba. Extingua-se o gado bovino da face da terra! Acabem com os vegetais! Matem todo os peixes… E vejam onde o planeta vai parar… Vejam o que sobrará da humanidade.

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