Menina de 10 anos abusada a caminho da escola escondeu a gravidez da família

A criança indígena de 10 anos, que deu à luz depois de ser estuprada, escondeu a gravidez da família. A mãe da menina afirmou que ela escondeu a gestação por medo de os parentes não acreditarem que ela foi abusada.  A criança deu à luz de forma natural hospital da Missão, na Reserva Indígena de Dourados e depois foi encaminhada ao Hospital Universitário.

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De acordo com a assessoria do Hospital Universitário tanto a mãe quanto o bebê passam bem. Eles foram encaminhados ao hospital para acompanhamento do estado de saúde de ambos, pois a menina não fez o acompanhamento pré-natal.

O serviço social do hospital e o Conselho Tutelar estão acompanhando o caso e assim que a mãe do bebê tiver alta será feito um boletim de ocorrência. A criança afirmou aos familiares que conhece o estuprador. Ela foi abusada a caminho da escola.

Abusos de crianças
Somente nos dez primeiros dias de fevereiro, vários casos tiveram repercussão e são investigados pela Polícia Civil. Uma adolescente de 13 anos foi estuprada em uma festa no bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande.

No interior, um pastor foi denunciado por abusar de um menino de 12 anos, em Três Lagoas, o pai adotivo de uma menina de 12 anos foi denunciado em Ivinhema e em Sidrolândia, um homem foi presos, suspeito de abusar de duas crianças, uma de 8 e outra de 6 anos.

Código Penal
De acordo com o artigo 217 do Código Penal Brasileiro, o estupro de vulnerável acontece quando há conjunção carnal ou a prática de outro ato libidinoso com menor de 14 anos. A pena é de 8 a 15 anos de reclusão.

Microsoft PhotoDNA: software ajuda no combate à pedofilia

A Microsoft está constantemente contribuindo com softwares para algum motivo social, e não foi diferente desta vez. A empresa anunciou que está colaborando, sem fins lucrativos, com um novo software chamado PhotoDNA, que como o próprio nome sugere, rastreia imagens a fundo, para evitar a pornografia infantil. Continuar lendo Microsoft PhotoDNA: software ajuda no combate à pedofilia

Obesidade aumenta risco de câncer de ovário, diz estudo

Um estudo feito sobre uma determinada população, cujos membros sejam todos de uma mesma raça/etnia e com características físicas semelhantes, encontrará, certamente, alta prevalência de doenças que são comuns àquela raça/etnia, como acontece no caso de certos cânceres, estes acometendo determinados tipos de pessoas em determinadas raças/etnias. O maior erro deste estudo é afirmar que obesidade causa câncer de ovário, usando resultados de uma pesquisa feita apenas nos EUA e com uma comunidade limitada. Com toda certeza existem interesses ocultos por trás desta notícia, especialmente interesses das indústria s de alimentos ditos “diet” e/ou “light”, que faturam alto com o terrorismo barato criado por este tipo de notícia.

Da BBC Brasil

Um estudo conduzido por cientistas americanos sugere que entre as mulheres que nunca se submeteram a tratamentos de reposição hormonal na menopausa, as obesas têm um risco maior de desenvolver câncer de ovário do que mulheres em seu peso normal.

O estudo do National Cancer Institute, publicado pela revista especializada “Cancer”, da American Cancer Society, acompanhou 94.525 mulheres americanas entre 50 e 71 anos de idade por um período de sete anos, indica que a obesidade pode contribuir para o desenvolvimento deste tipo de câncer por causa de um mecanismo hormonal.

O câncer de ovário é a doença ginecológica mais fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de apenas 37% das pacientes. Estudos anteriores já haviam ligado a obesidade a outros tipos de câncer, mas pouco se sabe sobre a relação entre o excesso de peso e o risco de câncer de ovário.

Os pesquisadores registraram 303 casos de câncer durante o período do estudo e notaram que, entre as mulheres que não haviam feito terapia de reposição hormonal durante a menopausa, a obesidade estava associada a um risco quase 80% maior de desenvolver a doença.

Em contraste, não foi encontrada nenhuma ligação entre o excesso de peso e o risco de desenvolver câncer de ovário entre as mulheres que haviam feito a terapia de reposição hormonal.

Segundo o Doutor Michael F. Leitzmann, do National Cancer Institute, que liderou a pesquisa, o resultado mostra que a obesidade pode aumentar o risco de desenvolver câncer por causa de seus efeitos hormonais.

O excesso de peso nas mulheres em idade pós-menopausa provoca um aumento da produção de estrogênio que, por sua vez, pode estimular o crescimento de células do ovário e desempenhar um papel no desenvolvimento do câncer.

O estudo observou que a relação entre obesidade e aumento do risco ocorre em mulheres sem histórico de câncer de ovário na família, mas não é vista em mulheres com outros casos na família.

Segundo Leitzmann, as “relações observadas entre obesidade e risco de câncer de ovário têm relevância para programas de saúde pública com o objetivo de diminuir a obesidade na população”.

Ovários policísticos podem ser causa de outras doenças

Pesquisa inédita no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná relaciona a Síndrome dos Ovários Policísticos com outras doenças graves .


I
niciada ainda em março deste ano, uma pesquisa que vem sendo desenvolvida no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná procura relacionar a Síndrome dos Ovários Policísticos à Síndrome Metabólica e à degeneração hepática gordurosa não alcoólica. Já estão participando da pesquisa – que ainda cadastra voluntárias – cerca de 80 mulheres e o objetivo, após as fases de coleta de dados e tratamento inicial, é organizar um programa de atendimento a pacientes deste tipo, além de apresentar os resultados em congressos médicos e publicações da área.

“Essa relação entre ovário policístico, Síndrome Metabólica e degeneração hepática é um estudo bem recente iniciado no ano passado nos Estados Unidos”, explica o professor do Departamento de Tocoginecologia da UFPR e coordenador da pesquisa Almir Urbanetz. “No Brasil, nosso estudo é um dos primeiros na área. Nossa principal preocupação encontra-se no fato de que se essas pacientes não fizerem um tratamento adequado e precoce, quando entrarem na fase do climatério, terão muito mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares ou mesmo um câncer de endométrio.”

Segundo Urbanetz, a Síndrome dos Ovários Policísticos é uma causa importante da infertilidade, sendo cada vez mais comum sua associação à chamada Síndrome Metabólica. Estatísticas nacionais indicam uma incidência de 25% a 30%, enquanto nos Estados Unidos chegam aos índices de 43% a 46%. Os sintomas incluem um nível aumentado de glicose ou diabetes, dos triglicerídeos e da pressão arterial, níveis baixos de HDL, aumento da circunferência abdominal acima de 88 centímetros, todos considerados como fatores de risco para eventos cardiovasculares como os derrames, enfartos e anginas.

“Nossos exames, além de detectar esta relação, ainda estão nos dando uma idéia sobre qual a incidência dela nas mulheres que desejam engravidar e naquelas que querem apenas tratar as manifestações do ovário policístico: espinhas no rosto, pele oleosa e excesso de pêlos”, esclarece o coordenador da pesquisa. “Ao mesmo tempo também estamos avaliando qual a incidência de alterações hepáticas não alcoólicas, ou seja, dos depósitos de gordura no fígado.”

Pacientes com problemas de excesso de pêlos ou que não conseguem engravidar já estão sendo tratadas como resultado da pesquisa. Os casos de infertilidade estão sendo encaminhados também ao Ambulatório de Reprodução Humana do HC. “Mas ainda queremos cadastrar mais pelo menos 60 voluntárias para podermos ter uma amostra que nos dê maior poder nas análises estatísticas”, diz Urbanetz.

Os trabalhos têm sido desenvolvidos por uma equipe composta por doutorandos e professores da UFPR das áreas de Ginecologia e Obstetrícia e Gastroenterologia. Para participar da pesquisa, as voluntárias precisam ser maiores de 18 anos e uma das condições é não estarem fazendo uso de pílulas anticoncepcionais ou meteformina nos últimos três meses. As interessadas devem ligar para o número 3360-1800, ramal 7977, das 15h às 18 horas e falar com as secretárias Joceli, Márcia, Alexandra e Cristina.

O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos

A Síndrome dos Ovários Policísticos é decorrente de um desequilíbrio hormonal que atinge de cinco a 10% das mulheres em idade fértil. Estudos recentes mostram que essas pacientes possuem “resistência” à ação da insulina, produzida pelo pâncreas, que então passa a gerar uma quantidade muito maior do hormônio. Essa é justamente a causa do surgimento dos sintomas da Síndrome Metabólica, aumentando o risco de diabetes e doenças cardiovasculares graves. O estudo desenvolvido no HC deve trazer benefícios ao aumentar a possibilidade de diagnóstico precoce para essas complicações, oferecendo inclusive novas formas de tratamento.

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Vaginite

Nas crianças, as paredes vaginais são constituídas de poucas camadas de células, em decorrência da ação estrogênica deficiente, e facilita a ação dos agentes inflamatórios.

Se o agente causal não for identificado, a vaginite será rotulada como inespecífica. A inflamação vaginal é facilitada por alguns fatores: desnutrição, masturbação frequente, maus hábitos de higiene e presença de corpos estranhos. É relativamente frequência localização de focos infecciosos a distância: no aparelho respiratório, na pele e no aparelho urinário. Considerando-se que, na vagina de crianças sadias, encontra-se flora mista integrada por estilococus, estreptococus, E. coli e outras bactérias, acredita-se que seu poder patogênico somente se manifesta se houver baixa de resistência do organismo.

Caso o agente inflamatório seja identificado, a vaginite é considerado específica, podendo ser causada por: Naesseria gonorrhoeae, Haemophilus influenzae, Candida albicans, Trichomonas vaginalis e Enterobius vermicularis, este último conhecido vulgarmente por oxiuros..

Vaginite gonocócica

Tricomoníase

Candidíase

Vulvovaginite por Enteróbius

Corpos estranhos na vagina são muito comuns, especialmente a partir dos três anos de idade, quando a criança começa a explorar e conhecer seu corpo e descobrir as regiões prazerosas, podendo ser encontrado pedaços de vagem, feijão, plástico, pedaços de lápis (especialmente lápis de cor pequeno), palitos, bem como fiapos de algodão ou tiras de tecido de calcinhas ou plástico/gel de fraldas descartáveis.Corpos estranhas produzem, além de corrimentos e mau cheiro, inflamação com dor local e febre, que podem ser percebidos pelo estado de prostração da criança.Na imagem abaixo vê-se um pedaço de tecido de algodão em vagina de criança de 3 anos. Provavelmente seja um fragmento que se desprendeu do forro de alguma calcinha.

Propedêutica
A queixa principal é de corrimento que, frequentemente causa ardor, disúria e prurido vulvar. O exame da vagina revela suas paredes hiperemiadas, e o corrimento com características que pode sugerir o agente causal: amarelo e bolhoso, tricomonas; Branco e fluido , haemofilus, Branco, em placas aderentes com aspecto de leite talhado, candida. Corpos estranhos na vagina causa inflamação aguda.

Na tabela abaixo encontram-se os tipos de corrimento e seus possíveis diagnósticos:

Indicam se o seguintes exames complementares para diagnóstico etiológico da vaginite:
– exame direta em gota pendente para pesquisa de tricomonas.
– bacterioscópico para avaliação da flora vaginal e pesquisa de fungos e gonococos.
– cultura para identificação de bactérias, fungos e haemofilus.
– exame microscópico em campo escuro para identificação de treponema.
– swab anal para identificação de enteróbios.

Tratamento

Vários esquemas terapêuticos tem sido empregados para o tratamento da vaginite, levando-se em consideração duas circunstâncias: o agente não é identificado – vaginite inespecífica; agente identificado – vaginite específica.

Vaginite inespecífica

  • cuidados de higiene da vulva do intróito vaginal e, à base de sabão neutro e desinfetantes.
  • aplicações locais de cremes vaginais indicados, usando-se aplicador de pequeno calibre, introduzidos através do hímen.
  • em casos resistentes, lança-se mão de uma das seguintes medidas:
  1. antibiótico de largo espectro por via oral ou parenteral.
  2. creme de antibiótico em aplicações vaginais.
  3. creme de Estrogênios em aplicações vaginais.
  4. vermífugos, caso necessário

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Cervicite

A ação estrogênica que se faz sentir mais intensamente na época da puberdade, é responsável pelo ectrópio endocervical encontrado comumente naquele período. O epitélio glandular fica em contato direto com a cavidade vaginal, e se inflama secundariamente, caracterizando a cervicite.

Dois fragmentos de rocha e um caco de porcelana introduzido na vagina, por uma adolescente, com finalidade contraceptiva

Diagnóstico

Corrimento rebelde a vários tratamentos instituídos, leva à suspeita de Cervicite. A colpovirgoscopia é recurso valioso o para visualizar o colo que, em casos de cervicite, se apresenta com halo avermelhado em torno do óstio uterino. Não raro encontrar se secreção catarral aderente ao colo, provinda do canal cervical.

Embora o carcinoma de colo de útero seja excepcional na infância e na puberdade, o seguintes exames complementares podem ser empregados:
– colpocitologia oncótica – material colhido através do colpovirgoscópio.
– Teste de Schiller.
– colposcopia: este exame requer a colocação de espetáculo, sendo necessária infiltrar hialuronidase no períneo, para provocar relaxamento de suas estruturas músculo-aponevróticas.
– biópsia do colo: será praticadas seus exames anteriormente citados a indicarem.

Tratamento

A integridade himenal e a conveniência de medidas terapêuticas agressivas ao epitélio endocervical, são dois fatores que tornam difícil o tratamento da Cervicite e adolescentes. É necessário lembrar também, que existe movimentação constante dos limite da endocérvice, ou seja, na junção escamo-colunar. Assim, o ectrópio endocervical pode tornar-se menos extenso ou regredir espontaneamente. Sem, no entanto, persistir o foco inflamatório e o corrimento molestar a paciente, está indicado tratamento.

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Exercícios e acupuntura reduzem riscos associados ao ovário policístico

Esta reportagem, transcria do blog Boa Saúde, se condena pelo visível desconhecimento de neuroanatomia. Fala em “controle do nervo simpático”. Qual nervo simpático? Não existe um nervo simpático, mas sim um sistema nervoso simpático, constituído de milhares de nervos e sinápses neuronais.

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Qual será a altura da sua filha?

 

Um artigo publicado no UOL Saúde ensina como calcular a estatura final das crianças quando adultos, usando-se a fórmula matemática de um pediatra britânico que na década de 60 criou a Fórmula de Tanner, capaz de calcular quantos centímetros o pequeno vai atingir no futuro, mas não é bem assim… Continuar lendo Qual será a altura da sua filha?